Como Sempre

Archive for julho 2007

Sim! Arctic Monkeys roots e vem para uma turnê ao Brasil!! \o/

A meteórica banda Inglesa formada por quatro amigos de Sheffield, que emplacou com o album de lançamento Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not, vai passar por terras brasucas nos dias 26 (Rio de Janeiro), 28 (São Paulo) e 31 (Curitiba) de outubro no TIM Festival. Mas preços e locais de venda dos ingressos ainda não foram confirmados!

Mas é fato que estarei lá! o/

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Agradecimentos ao Matheus por me apresentar essa banda deveras foda demais da conta que rivaliza com The Strokes no meu gosto pessoal! E querem uma dica? Se você não conhece Arctic Monkeys, escute  I Bet You Look Good On The Dancefloor. Não vai se arrepender!

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Sim, é fantástico! Não pelos quatro, mas pelo cara da prancha!

4f_sp.jpgEsse domingo fui assistir ao Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado, e antes de mais nada vou fazer um breve resumo do que eu vi.

O filme deveria se chamar O Surfista Prateado e o Quarteto Fantástico. Jéssica Alba nunca soou tão artificial em um filme. Toda a grana de efeitos especiais foram para o Arauto de Galactus enquanto que o Sr Fantástico e cia ficaram com as sobras. Mas a narrativa é rápida, direta e sem enrolação: curta e grossa!

Agora posso começar a minha resenha! (não que eu tenha maravilhosos dons para isso, mas…).

O filme começa com a destruição de um planeta inteiro, consumido, apagado e transformado em pó de ex-ecossistema. E lá do meio sai uma luz prateada parecendo um Sayajin, mas é claro que não é um, e também não é difícil de adivinhar quem seja, mas ele só aparece de fato um pouco depois quando chega a Terra. Sue Storm (Jessica Alba) e Reed Richards (Ioan Gruffudd) tentam se casar pela enésima vez, todos os preparativos estão em andamento e a imprensa está na cola deles, que querem ter uma cerimônia mais simples e sem pompa, e é em torno disso que surge a trama (eu sei que soa piegas e parece novela mexicana, mas o trabalho é bem feito). Reed como bom nerd que é se dedica ao trabalho e a pesquisas sobre estranhos fenômenos que estão acontecendo na Terra, e Sue, como toda mulher, só se preocupa com seu casamento. Enquanto Ben e Johnny trocam farpas (o que garante o tom cômico do filme), o Dr. Destino (Julian McMahon, o cirugião plástico Troy, de Nip/Tuck) consegue fugir de sua prisão e voltar como se nada tivesse acontecido.

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O Surfista em uma das melhores sequências do filme

Bem, a partir daí não posso dizer muito mais coisas, vocês terão de assistir por si só. Mas preparem-se, pois quando eu disse que o nome do filme deveria ser invertido eu não estava brincando! Durante todo o filme, os quatro fantásticos usam seus poderes pra coisas triviais como pegar um livro distante esticando os braços ou usando os poderes especiais pra tornar invisível o “video-game” do noivo. Por falar nisso, os efeitos especiais foram claramente devotados ao todo poderoso, Arauto do Devorador de Mundos, Surfista Prateado. Percebe-se isso quando Reed está em sua despedida de solteiro e dança com duas mulheres, utilizando seus poderes pra jogar um charme: chega a ser vergonhoso. Jéssica Alba está totalmente artificial como Sue Storm, a cor do seu cabelo e as visíveis lentes de contato azuis só prejudicaram a atriz que faz de Sue uma mulher “normal” preocupada só consigo mesma e com sua família (o mundo que se dane po! =D).

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Jessica Alba: Sue Storm paraguaia

O filme fica de fato nas mãos do Surfista, que o sustenta com maestria e genialidade. Mas o Tocha Humana tem grande participação também e é o único dos quatro que cai na porrada com força, nao só com o Surfista (o que acaba causando efeitos… ahn, colaterais) mas também com Doutor Destino que por sua vez está tão bobo quanto no primeiro, mas ele que se dane, Galactus está na Terra!! Ou quase isso… Eu diria que ele (Galactus) foi mostrado de uma forma interessante, que chega a dar um pouco de medo.

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Como assim não pode fazer nada pela minha aparência?!?

No final, Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado é um filme bom, diria melhor do que o primeiro em alguns pontos e inverossímel em outros (se analizar os personagens nos quadrinhos) mas não é nada que possa ser considerada uma falha. A ação está lá, e sem se arrastar, os quatro estão lá (apesar de ofuscados), o Surfista está lá, Stan Lee está lá (e é a melhor participação dele em um filme)  e até o Fantasticarro está lá! =D

É um filme que vale o ingresso, mas não tem muito o que descutir depois. É daqueles filmes que você assiste, sai do cinema com cara de olho pequeno, olha pro lado e fala pra namorada: “quer um sorvete agora?” Divirta-se!!

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O Fantasticarro

Primeiro pensei em postar esse texto na sessão “Do Controle” mas como é uma visão muito pessoal sobre o assunto, decidi escreve-la na minha coluna mesmo (não a vertebral, mesmo porque seria meio incomodo). E gostaria que se sentissem livres a comentar sobre suas experiências com games também.

Bom, meu pai comprou um ATARI (ou era DACTAR? Não, era ATARI msm…) que meu tio trouxe, vai saber deus daonde. Era final dos anos 80, 88 ou 89, quando meu tio ligou o VG na TV preto e branca lá de casa (nossa,  eu não tinha TV COLORIDA na época! =O) e nos mostrou Space Invaders! A possibilidade de movimentar um tanque/nave/pontos-irreconhecíveis/whatever na tela e detonar com naves alienígenas pra mim e pro meu irmao (q eh 6 anos mais velho), soou fantástico! Eu queria muito continuar jogando aquilo e foi ae que meu pai comprou pra gente essa caranga gigante de madeira q dava cupim e barata facinho.

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Atari 2600 – As baratas adoravam! E eu também!!

Mas mesmo com todos os contras, eu me divertia jogando aquilo por hrs, não só space invaders mas Pitfal e Donkey Kong (onde Mario, conhecido como Jumpman até então, salvava pela primeirissima vez a Princesa Peach, que era raptada por quem? Errou se disse Bowser, porque o grande vilão era o Macaco Burro da Nintendo!)  comandavam no meu video game. Até hoje é uma incógnita como eu coseguia arrumar jogo pra esse console, mas o fato é que muitos amigos meus o possuiam também, e também aquelas versões com zilhoes de trilhoes de jogos na memória (que vim a possuir um dia também). E aqueles amigos que não tinham, iam jogar lá em casa, e a bagunça era muito legal, os animos se exaltavam, até que certo dia um amigo do meu irmão quebrou a manete do controle! Óbvio, ele pagou um outro controle depois, um pouco diferente, mas visualmente mais bonito, porém rangia mais do que porta de castelo mal-assombrado.

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Space Invaders e Donkey Kong: Dois jogos que me marcaram

Mas nem só de Atari se resumiu minha infancia, e eu poderia até fazer uma lista imensa de jogos que eu jogava e adorava, mas o fato é que hoje em dia, não consigo nem olhar pra Space Invaders sem sentir ansia de correr muito, sem nem olhar pra trás. Os video games evoluiram, eu cresci e coisas novas surgiram.

Essa foi a primeira parte do meu texto e o começo da minha aventura nesse mundo composto por pixels e códigos de programação. Tão logo, eu volto e continuo contando minha saga, até os dias de hoje!

Até a próxima!