Como Sempre

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Sim, é fantástico! Não pelos quatro, mas pelo cara da prancha!

4f_sp.jpgEsse domingo fui assistir ao Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado, e antes de mais nada vou fazer um breve resumo do que eu vi.

O filme deveria se chamar O Surfista Prateado e o Quarteto Fantástico. Jéssica Alba nunca soou tão artificial em um filme. Toda a grana de efeitos especiais foram para o Arauto de Galactus enquanto que o Sr Fantástico e cia ficaram com as sobras. Mas a narrativa é rápida, direta e sem enrolação: curta e grossa!

Agora posso começar a minha resenha! (não que eu tenha maravilhosos dons para isso, mas…).

O filme começa com a destruição de um planeta inteiro, consumido, apagado e transformado em pó de ex-ecossistema. E lá do meio sai uma luz prateada parecendo um Sayajin, mas é claro que não é um, e também não é difícil de adivinhar quem seja, mas ele só aparece de fato um pouco depois quando chega a Terra. Sue Storm (Jessica Alba) e Reed Richards (Ioan Gruffudd) tentam se casar pela enésima vez, todos os preparativos estão em andamento e a imprensa está na cola deles, que querem ter uma cerimônia mais simples e sem pompa, e é em torno disso que surge a trama (eu sei que soa piegas e parece novela mexicana, mas o trabalho é bem feito). Reed como bom nerd que é se dedica ao trabalho e a pesquisas sobre estranhos fenômenos que estão acontecendo na Terra, e Sue, como toda mulher, só se preocupa com seu casamento. Enquanto Ben e Johnny trocam farpas (o que garante o tom cômico do filme), o Dr. Destino (Julian McMahon, o cirugião plástico Troy, de Nip/Tuck) consegue fugir de sua prisão e voltar como se nada tivesse acontecido.

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O Surfista em uma das melhores sequências do filme

Bem, a partir daí não posso dizer muito mais coisas, vocês terão de assistir por si só. Mas preparem-se, pois quando eu disse que o nome do filme deveria ser invertido eu não estava brincando! Durante todo o filme, os quatro fantásticos usam seus poderes pra coisas triviais como pegar um livro distante esticando os braços ou usando os poderes especiais pra tornar invisível o “video-game” do noivo. Por falar nisso, os efeitos especiais foram claramente devotados ao todo poderoso, Arauto do Devorador de Mundos, Surfista Prateado. Percebe-se isso quando Reed está em sua despedida de solteiro e dança com duas mulheres, utilizando seus poderes pra jogar um charme: chega a ser vergonhoso. Jéssica Alba está totalmente artificial como Sue Storm, a cor do seu cabelo e as visíveis lentes de contato azuis só prejudicaram a atriz que faz de Sue uma mulher “normal” preocupada só consigo mesma e com sua família (o mundo que se dane po! =D).

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Jessica Alba: Sue Storm paraguaia

O filme fica de fato nas mãos do Surfista, que o sustenta com maestria e genialidade. Mas o Tocha Humana tem grande participação também e é o único dos quatro que cai na porrada com força, nao só com o Surfista (o que acaba causando efeitos… ahn, colaterais) mas também com Doutor Destino que por sua vez está tão bobo quanto no primeiro, mas ele que se dane, Galactus está na Terra!! Ou quase isso… Eu diria que ele (Galactus) foi mostrado de uma forma interessante, que chega a dar um pouco de medo.

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Como assim não pode fazer nada pela minha aparência?!?

No final, Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado é um filme bom, diria melhor do que o primeiro em alguns pontos e inverossímel em outros (se analizar os personagens nos quadrinhos) mas não é nada que possa ser considerada uma falha. A ação está lá, e sem se arrastar, os quatro estão lá (apesar de ofuscados), o Surfista está lá, Stan Lee está lá (e é a melhor participação dele em um filme)  e até o Fantasticarro está lá! =D

É um filme que vale o ingresso, mas não tem muito o que descutir depois. É daqueles filmes que você assiste, sai do cinema com cara de olho pequeno, olha pro lado e fala pra namorada: “quer um sorvete agora?” Divirta-se!!

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O Fantasticarro

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“Cold Case” é um drama sobre Lilly Rush (Kathryn Morris), uma dedicada detetive da Divisão de Homicídios da Philadelphia, que encontra um novo desafio quando é transferida para “cold cases” – crimes que nunca foram solucionados. Rush usava seu conhecimento instintivo de inteligência criminal em homicídios corriqueiros. Agora ela interroga testemunhas e averigua as circunstâncias e mudanças na vida das mesmas, contando com avanços na arte da investigação e encontrando novas pistas para resolver casos aparentemente sem solução. Rush também está ciente de que seu trabalho abrirá velhas feridas e poderá conduzir suspeitos a cometerem novos crimes. Ela encara sua nova missão como um momento decisivo na sua carreira, destinando todos os seus esforços para assegurar que as vítimas jamais serão esquecidas.

 

Rush e seu parceiro Scotty Valens

Vale lembrar q “Cold Case” é de Jerry Bruckheimer, o mesmo produtor executivo de “CSI” e “Without a Trace”.
Um dos destaques de “Cold Case” é a trilha sonora especial dos episódios, que faz uso não só de canções atuais, mas também de flashbacks. Cada episódio contem músicas que são escolhidas com base na história e na época em que os crimes ocorreram, elas se tornam essenciais para selar o envolvimento do espectador com a série.

Site oficial da trilha sonora: http://www.cbs.com/primetime/cold_case/tracks.shtml

Cold Case é exibido pela Warner Channel todas as segundas as 22hs e está na 4º temporada. Na tv aberta, Arquivo Morto (como é nomeado aqui), é exibido dois episódios todo domingo as 23hs no SBT.

Créditos a Dre, que em sua imensa boa vontade cunhou esta resenha, pois eu sou tao bom em fazer isso quanto um Iety calçando sandalhas chinesas… =D

250px-heroesseason1logo.jpgEsse é o título da Season Finale de Heroes. E é ótimo!

Não se preocupem, nao darei nenhum spoiler por aqui, podem ler sem medo pois falarei da série em si e não exatamente do episódio em questão.

Heroes mostra a evolução dos seus personagens de uma forma muito interessante, mesmo com uma fórmula saturada (humanos + evolução = poderes especiais), é interessante observar as teias e redes que ligam cada um a seus destino e um ao outro.

No começo você tem a impressão clara de “já vi isso antes”, mas conforme se passa alguns minutos já no primeiro episódio, você passa a pensar: “mas nao desse jeito”. Interessante descobrir (ou tentar descobrir) os poderes dos personagens, especular sobre sua importancia na trama e torcer para que eles consigam chegar a sua meta.

sylar1.jpgE o episódio 23 é o fim do volume 1, 1º temporada. E é nesse episódio que mostra como os personagens cresceram e ficaram mais maduros, controlando melhor seus poderes e fazendo a diferença. Se você nao assistiu ainda assista! E se não assistiu a nenhum episódio de heroes, está esperando o que??

A próxima temporada só começa em setembro, mas pra cobrir esse hiato, a NBC já anunciou Heroes: Origins, que é um spin-off da série original. Serão 6 ou 8 episódios exibidos semanalmente e a cada episódio um personagem novo será apresentado, então haverá uma votação para decidir qual fará parte da série regular. Essa é uma estratégia para manter a franquia na mídia e não “esfriar” a historia.

Heroes é exibido no Brasil pela rede de tv fechada Universal Channel e segundo o site ohaYO, a Rede Record vai estreiar Heroes no dia 3 de Julho, mas nas chamadas da emissora ainda não dizem a data.

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Thiago (The Immortal)